ALCOOL E DIREÇÃO
Entre as vítimas fatais de acidentes de trânsito, 46% estavam embriagadas
Saber que álcool e direção não combinam não deveria ser novidade para
ninguém. Mas pessoas ainda são iludidas pela falsa ideia de que bebidas
alcoólicas agem como estimulante para o organismo. O efeito desinibidor
que o álcool provoca em algumas pessoas é o responsável por esse
equívoco que, por vezes, as leva a consumir bebidas com a intenção de se
manter "ligadas".
Ao associar o consumo de álcool à direção os riscos são
imponderáveis, pois ao contrário do que se possa imaginar, os efeitos da
bebida retardam os sentidos, provocando consequências como falta de
atenção, diminuição da coordenação motora e sonolência.
Via de regra, não existe nível seguro de consumo de bebidas
alcoólicas quando o assunto é direção. O álcool pode alterar o
julgamento da realidade, prejudicar a percepção de tempo e distancia.
Para piorar, a ingestão de calmantes, anticonvulsivantes, antialérgicos e
drogas de caráter psicotrópico como maconha, cocaína, etc., associados
ao álcool causam efeitos imprevisíveis, aumentando consideravelmente
qualquer risco.
VIDA: NOSSO BEM MAIS PRECIOSO
Acidentes envolvendo álcool e direção têm despertado a atenção da
sociedade, resultando em leis e punições mais rigorosas para quem
insiste em beber e dirigir.
A recomendação é que após beber o indivíduo não dirija. O tempo de
espera para voltar a dirigir é de 1h a 1h30 por dose, que varia conforme
os diferentes tipos de bebida. Assim, no caso da cerveja, uma dose é
igual a uma lata, que equivale a um cálice de vinha tinto. No caso dos
destilados, são 40 ml.
Cada dose de bebida leva ao menos uma hora para ser metabolizada pelo
fígado. Sendo assim, se a pessoa ingerir 10 doses só estará apta a
dirigir após 10 a 15 horas, e assim por diante.
Além da bebida, o uso de aparelhos sonoros em volume excessivo,
celulares e demais aparelhos eletrônicos e conversas paralelas, também
podem desviar sua atenção e provocar acidentes, então fique atento, seja
um motorista consciente.
Fonte: http://www.salvesaude.com.br/2012-09-26-20-37-41/alcoolismo.html
