Quem sou eu

Aracaju, Sergipe, Brazil
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sábado, março 30, 2013

ALCOOL E DIREÇÃO

Entre as vítimas fatais de acidentes de trânsito, 46% estavam embriagadas
Saber que álcool e direção não combinam não deveria ser novidade para ninguém. Mas pessoas ainda são iludidas pela falsa ideia de que bebidas alcoólicas agem como estimulante para o organismo. O efeito desinibidor que o álcool provoca em algumas pessoas é o responsável por esse equívoco que, por vezes, as leva a consumir bebidas com a intenção de se manter "ligadas".
Ao associar o consumo de álcool à direção os riscos são imponderáveis, pois ao contrário do que se possa imaginar, os efeitos da bebida retardam os sentidos, provocando consequências como falta de atenção, diminuição da coordenação motora e sonolência.
Via de regra, não existe nível seguro de consumo de bebidas alcoólicas quando o assunto é direção. O álcool pode alterar o julgamento da realidade, prejudicar a percepção de tempo e distancia. Para piorar, a ingestão de calmantes, anticonvulsivantes, antialérgicos e drogas de caráter psicotrópico como maconha, cocaína, etc., associados ao álcool causam efeitos imprevisíveis, aumentando consideravelmente qualquer risco.

VIDA: NOSSO BEM MAIS PRECIOSO

Acidentes envolvendo álcool e direção têm despertado a atenção da sociedade, resultando em leis e punições mais rigorosas para quem insiste em beber e dirigir.
A recomendação é que após beber o indivíduo não dirija. O tempo de espera para voltar a dirigir é de 1h a 1h30 por dose, que varia conforme os diferentes tipos de bebida. Assim, no caso da cerveja, uma dose é igual a uma lata, que equivale a um cálice de vinha tinto. No caso dos destilados, são 40 ml.
Cada dose de bebida leva ao menos uma hora para ser metabolizada pelo fígado. Sendo assim, se a pessoa ingerir 10 doses só estará apta a dirigir após 10 a 15 horas, e assim por diante.



Além da bebida, o uso de aparelhos sonoros em volume excessivo, celulares e demais aparelhos eletrônicos e conversas paralelas, também podem desviar sua atenção e provocar acidentes, então fique atento, seja um motorista consciente.

Fonte: http://www.salvesaude.com.br/2012-09-26-20-37-41/alcoolismo.html
BIOMECÂNICA

É estudo das forças e dos efeitos nos seres vivos. A biomecânica utiliza leis da física e conceitos de engenharia para descrever movimentos realizados por vários segmentos corpóreos e forças que agem sobre estas partes do corpo durante atividades normais de nossa vida diária.
O ser humando, em diversos aspectos, podem ser comparado a uma máquina. Muito dos conhecimentos da ergonomia aplicada ao trabalho advém do estudo da mecânica da máquina humana.


O objeto de estudos da Biomecânica é o sistema gestual, isto é, o movimento. Este estudo do sistema gestual consiste a análise da interação do corpo, que realiza a ação, com o meio envolvente. Ou seja, a Biomecânica, dedica-se ao estudo das ações dos diversos tipos de corpos, que sejam partículas, corpos rígidos ou, articulados. Mas, tomando sempre e consideração o meio envolvente e as suas características particulares, como por exemplo, a existência da força da gravidade.



terça-feira, novembro 15, 2011

CABO DE AÇO


Cabos são elementos de transmissão que suportam cargas (força de tração),deslocando-as nas posições horizontal, vertical ou inclinada. São muito empregados em equipamentos de transporte e na elevação de cargas, como em elevadores, escavadeiras, pontes rolantes; e sempre trabalham sob tensão, cuja função de sustentar ou elevar cargas. Os cabos estão sujeitos aos seguintes esforços:
  • Cabos de aço que trabalham como sustentação são submetidos a uma solicitação estática, devendo ser dimensionados como elementos estruturais.
  • Cabos de aço que se movimentam durante o ciclo de trabalho, sofrem desgaste por atrito e devem ser dimensionados como elementos de máquinas submetidos à fadiga.



Os cabos de aço são amplamente usados em vez das cordas de fibra porque possuem maior resistência para o mesmo diâmetro e peso. Sua resistência é constante, molhado ou seco e permanece a mesma sob condições climáticas variáveis e possuem maior durabilidade.
Porém, este material deverá ser inspecionado diariamente quanto ao desgaste. Uma inspeção completa deve cobrir os seguintes pontos:
  • Há evidências de corrosão, desgaste ou dobraduras? Um cabo que foi dobrado não pode ser reparado;
  • Existem arames quebrados? Se houver, substitua o cabo de aço, se o mesmo não satisfizer os padrões de segurança estabelecidos;
  •  O cabo foi lubrificado corretamente? O cabo deve ser mantido lubrificado adequadamente para evitar a corrosão; 
  •  Qual é a condição das emendas e conexões? Qualquer observação de danos corrija-os; 
  • Há evidência de que o cabo de aço tenha sido esmagado, achatado, aberto formando gaiolas ou apresenta qualquer outro dano causando sua distorção? Se houver substitua-o; 
  •  Os empregados usam proteção para os olhos, quando necessário?

Quando não estiverem sendo usados, guarde-os corretamente para protegê-los contra sujeira, para permitir o pronto acesso a eles e de maneira a permitir uma inspeção visual completa e precisa. Manuseie os cabos de maneira a evitar dobras ou torções.

A importância da lubrificação periódica é muito importante. Um cabo de aço possui muitas peças móveis. Toda vez que um cabo é dobrado e esticado, os arames nas pernas do cabo devem deslizar uns contra os outros. Consequentemente deve haver unta camada de lubrificação em cada peça móvel. Um segundo motivo importante para a lubrificação do cabo de aço é evitar a corrosão dos arames e a deterioração do núcleo, ou alma, de fibra. Um cabo enferrujado é um perigo, porque nenhuma inspeção visual é capaz de determinar a resistência remanescente de um cabo corroído. 

Nestas condições ele é muito perigoso, pois a ferrugem reduz a área de corte transversal do aço bom restante. Com isso ele pode partir sem aviso prévio. O lubrificante pode ser aplicado através de uma escova. Para instalar os clipes nas laçadas de extremidades dos cabos de aço, faça o seguinte:
  • Aplique o primeiro clipe a uma distância da extremidade morta do cabo, com o parafuso “U” sobre a extremidade morta e com a extremidade viva se apoiando na sela do clipe. Aperte as porcas uniformemente com o torque recomendado; 
  •  Aplique o segundo clipe o mais próximo possível da laçada, com o parafuso “U” sobre a extremidade morta. Gire as porcas até que fiquem firmes no lugar. Não aperte; 
  •  Espace todos os outros clipes igualmente entre os dois primeiros - eles não devem ficar separados numa distância superior à largura da base do clipe. Gire as porcas, tire a folga do cabo e aperte as porcas uniformemente com o torque recomendado.

Todas as sapatas dos clipes devem assentar na extremidade do cabo e ter o tamanho adequado para o diâmetro do cabo. A distância entre os clipes num cabo de aço deve ser igual a seis vezes o diâmetro do cabo.



  • Apostila preparada pelos alunos do Curso de Engenharia de Produção Civil da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, como parte da aula prática da disciplina de Máquinas e Equipamentos, ministrada pelo Professor Adalberto Matoski.
  • http://consterra.com/site/index.php?p=materias_ver&id=307


terça-feira, maio 10, 2011

SAÚDE PÚBLICA

DENGUE

A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 50 a 100 milhões de pessoas se infectem anualmente, em mais de 100 países, de todos os continentes, exceto a Europa. Cerca de 550 mil doentes necessitam de hospitalização e 20 mil morrem em conseqüência da dengue.  

Siga as orientações e recomendações de prevenção do vírus da Dengue, as orientações simples e eficiente. A prevenção ainda é o melhor remédio. Link do Portal da Saúde do Ministério da Saúde: http://portal.saude.gov.br/saude/area.cfm?id_area=920

Fonte: http://portal.saude.gov.br/saude/area.cfm?id_area=920

segunda-feira, maio 02, 2011

CIPA NO BRASIL

Resumo histórico
  • 1944: com o Decreto-Lei n° 7.036, fica determinado que as empresas com mais de 100 funcionários devem constituir uma comissõa interna, com a finalidade de estimular o interesse pelas questões de prevenção de acidentes;
  • 1977: a Lei n° 6.514 altera o Capítulo V, Título II, da CLT. O art. 163 da CLT torna obrigatória a constituição de comissões internas de prevenção de acidentes;
  • 1978: a Portaria n°3.214 aprova as normas regulamentadoras, inclusive a NR 05, que trata do dimensionamento das atribuições e do funcionamento da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA);
  • 1983: a Portaria n° 33 altera a NR 05, introduzindo a observância dos riscos ambientais:
  • 1988: a Portaria n° 3.067 aprova as Normas Regulamentadoras Rurais (NRR). A NRR 03 trata de dimensionamento e funcionamento da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural (CIPATR);
  • 1994: a Portaria n° 05 altera a NR 05, implementando as metodologias do mapeamento de riscos e da árvore de causa;
  • 1994: a Portaria n° 25 determina a mudança da NR 09, a qual passa a se chamar Programa de Prevenção de Riscos Ambientais;
  • 1997: a Portaria n° 53 aprova a NR 29 - Segurança e Saúde do Trabalho Portuário. O subitem 29.2.2 comtempla o dimensionamento e o funcionamento da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho Portuário (CIPATP);
  • 1999 a Portaria n° 08 altera a NR 05, dispondo sobre o dimensionamento da CIPA e o grau de risco do ramo de atividade econômica, regulamentadora a estabilidade dos suplentes eleitos e alterando as atribuições comuns ao Presidente e ao Vice-presidente;
  • 2008: a Portaria MTE n° 91 revoga as NRR's, a partir de 16 de abril.

Fonte:
OLIVEIRA, Cláudio Antônio Dias de. SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO: Guia de Prevenção de Riscos. São Caetano do Sul, SP. Yendis Editora, 2010.

quarta-feira, abril 27, 2011

DIA MUNDIAL EM MEMÓRIA ÀS VÍTIMAS DE ACIDENTES E DOENÇAS DO TRABALHO

Dia 28 de abril - um dia que não era para ser comemorado e não temos o que comemorar!!!! Mas é um dia de lembrar todas as vítimas de acidente e doenças do trabalho por todo mundo.

Em todo o mundo, milhões de trabalhadores se acidentam e centenas de milhares morrem no exercício do trabalho a cada ano. Segundo estimativas da OIT (Organização Internacional do Trabalho), ocorrem anualmente no mundo cerca de 270 milhões de acidentes de trabalho, além de aproximadamente 160 milhões de casos de doenças ocupacionais. Dos trabalhadores mortos, 22 mil são crianças, vítimas do trabalho infantil. Ainda, segundo a OIT, todos os dias morrem, em média, cinco mil trabalhadores devido a acidentes ou doenças relacionadas ao trabalho.

O Brasil entre tantos títulos mundiais, amarga a tristeza do título de campeão mundial em vítimas de acidentes e doenças do trabalho. Este dia no Brasil, é em memória aos milhares de trabalhadores rurais mortos por intoxicação de agrotóxicos nas lavouras brasileiras, e também para centenas de trabalhadores canavieiros que morreram nos últimos anos devido ao ritmo excessivo de trabalho no corte da cana-de-açúcar. Dia 28 de abril, é o dia de lembrarmos os 32.730.445 (trinta e dois milhões setecentos e trinta mil e quatrocentos e quarenta e cinco acidentes de trabalho registrados no período do ano de 1970 a 2002 ocorrendo 130.755 (cento e trinta mil,setecentos e cinqüenta e cinco) mortes. Somente no ano de 2005 ocorreram cerca de 491.711 (quatrocentos e noventa e um mil, setecentos e onze) acidentes e também o crescimento das doenças e acidentes de trabalho  entre  jovens e mulheres.
 O Anuário Estatístico da Previdência Social no ano de 2004, registrou 465.700 acidentes de trabalho no país. De lá para cá, o número vem crescendo. No país, por ano, são registrados cerca de 3.000 mortes por acidente de trabalho, o que corresponde a uma morte a cada três horas.

POR QUE DESTA DATA?
A data em memória às vítimas de acidentes de trabalho, 28 de abril, surgiu no Canadá por iniciativa do movimento sindical, espalhando-se por diversos países, por meio de sindicatos, federações, confederações locais e internacionais. O dia foi escolhido em razão de um acidente que matou 78 trabalhadores em uma mina no Estado da virgínia, nos Estados Unidos, no ano de 1969. A OIT, desde 2003, consagra este dia à reflexão sobre a segurança e saúde no trabalho. 

No Brasil, a data foi instituída como Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho em maio de 2005, pela LEI n° 11.121.
Fonte:
  • http://www.cut.org.br/ponto-de-vista/artigos/4326/dia-mundial-em-memoria-das-vitimas-de-acidentes-e-doencas-de-trabalho
  • Informativo do SINDIPETRO AL/SE - N° 570 - 27/04 à 02/05/2011 

 

 

segunda-feira, abril 04, 2011

PRODUTOS PERIGOSOS

Produto perigoso é toda e qualquer substância que, dadas, às suas características físicas e químicas, possa oferecer, quando em transporte, riscos a segurança pública, saúde de pessoas e meio ambiente, de acordo com os critérios de classificação da ONU, publicados através da Portaria nº 204/97 do Ministério dos Transportes. A classificação desses produtos é feita com base no tipo de risco que apresentam. 

Além das péssimas condições de certas estradas, roubos de cargas e imprevistos com o caminhão, a falta de conhecimento do risco que representa transportar produtos perigosos é outro fator que pode colocar em risco a vida do carreteiro. Isso porque são poucos os profissionais que trafegam pelas rodovias e sabem identificar o perigo de uma carga pelo painel laranja obrigatório dos quase 3.100 produtos considerados perigosos, que na maioria são constituídos por combustível (álcool, gasolina, querose, etc.) e produtos corrosivos, como soda cáustica e ácido sulfúrico.

A identificação no veículo é feita através de retângulos laranjas, que podem ou não apresentar duas linhas de algarismos, definidos como Painel de Segurança; e losangos definidos como Rótulos de Risco, que apresentam diversas cores e símbolos, correspondentes à classe de risco do produto a ser identificado.

No retângulo, a linha superior se refere ao Número de Risco do produto transportado e é composto por no mínimo dois algarismos e, no máximo, pela letra X e três algarismos numéricos. A letra X identifica se o produto reage perigosamente com a água. Na linha inferior encontra-se o Número da ONU (Organização das Nações Unidas), sempre composta por quatro algarismos numéricos, cuja função é identificar a carga transportada. Caso o Painel de Segurança não apresente nenhuma identificação, significa que estão sendo transportados mais de um produto perigoso.


Fonte: http://www.ocarreteiro.com.br/modules/cargasperigosas.php

quinta-feira, março 31, 2011

Acidente do trabalho

Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, com o segurado empregado, trabalhador avulso, médico residente, bem como com o segurado especial, no exercício de suas atividades, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, a perda ou redução, temporária ou permanente, da capacidade para o trabalho.

O acidente do trabalho será caracterizado tecnicamente pela perícia médica do INSS, mediante a identificação do nexo entre o trabalho e o agravo.
Considera-se estabelecido o nexo entre o trabalho e o agravo quando se verificar nexo técnico epidemiológico entre a atividade da empresa e a entidade mórbida motivadora da incapacidade, elencada na Classificação Internacional de Doenças (CID).

Considera-se agravo para fins de caracterização técnica pela perícia médica do INSS a lesão, doença, transtorno de saúde, distúrbio, disfunção ou síndrome de evolução aguda, subaguda ou crônica, de natureza clínica ou subclínica, inclusive morte, independentemente do tempo de latência. Reconhecidos pela perícia médica do INSS a incapacidade para o trabalho e o nexo entre o trabalho e o agravo, serão devidas as prestações acidentárias a que o beneficiário tenha direito, caso contrário, não serão devidas as prestações.
Fonte: http://www.guiatrabalhista.com.br/noticias/trabalhista210306.htm

História da Segurança do Trabalho

O Império Romano aprofundou o estudo da proteção médico-legal dos trabalhadores e elaborou leis para sua garantia. Os pioneiros do estabelecimento de medidas de prevenção de acidentes foram Plínio e Rotário, que pela primeira vez recomendaram o uso de máscaras para evitar que os trabalhadores respirassem poeiras metálicas. 
As primeiras ordenações aos fabricantes para a adoção de medidas de higiene do trabalho datam da Idade Média. Os levantamentos das doenças profissionais, promovidos pelas associações de trabalhadores medievais, tiveram grande influência sobre a segurança do trabalho no Renascimento. Nesse período, destacaram-se Samuel Stockausen como pioneiro da inspeção médica no trabalho e Bernardino Ramazzini como sistematizador de todos os conhecimentos acumulados sobre segurança, que os transmitiu aos responsáveis pelo bem-estar social dos trabalhadores da época na obra intitulada De morbis artificum (1760; Sobre as doenças dos trabalhadores). 
Em 1779, a Academia de Medicina da França já fazia constar em seus anais um trabalho sobre as causas e prevenção de acidentes. Em Milão, Pietro Verri fundou, no mesmo ano, a primeira sociedade filantrópica, visando ao bem-estar do trabalhador. A revolução industrial criou a necessidade de preservar o potencial humano como forma de garantir a produção. A sistematização dos procedimentos preventivos ocorreu primeiro nos Estados Unidos, no início do século XX. Na África, Ásia, Austrália e América Latina os comitês de segurança e higiene nasceram logo após a fundação da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em 1919. 

HISTÓRIA DO PREVENCIONISMO NO BRASIL


A industrialização do Brasil é lenta e a passagem do artesanato à indústria é demorada. Traçando um pequeno histórico da legislação trabalhista brasileira, destacamos:
Em 15 de janeiro de 1919 é promulgada a primeira Lei nº 3724 sobre Acidente de trabalho, já com o conceito do risco profissional. Esta mesma Lei é alterada em 5 de março do mesmo ano pelo Decreto 13.493 e em 10 de julho de 1934, pelo Decreto 24.637. Em 10 de novembro de 1944, é revogada pelo Decreto Lei 7.036 que dá às autoridades do Ministério do Trabalho a incumbência de Fiscalizar a Lei dos Acidentes do Trabalho.

Em 01 de Maio de 1943 houve a publicação do Decreto Lei 5.452 que aprovou a CLT, Consolidação das Leis do Trabalho, cujo capítulo V refere-se a Segurança e Medicina do Trabalho.

Em 1953 a Portaria 155 regulamenta e organiza as CIPA´s e estabelece normas para seu funcionamento.

A Portaria 319 de 30.12.60 regulamenta a uso dos EPI´s.

Em 28 de Fevereiro de 1967 o Decreto Lei 7036 foi revogado pelo Decreto Lei n.º 293.

A Lei 5.136 – Lei de Acidente de Trabalho – surge em 14 de Setembro de 1967.

Em 1968 a Portaria 32 fixa as condições para organização e funcionamento das CIPA´s nas Empresas.

Em 1972 a Portaria 3.237 determina obrigatoriedade do serviço Especializado de Segurança do Trabalho.

Em 22 de Dezembro de 1977 é aprovada a Lei 6.514 que modifica o   Capítulo V da CLT.

Em 08 de Junho de 1978 a Lei 6.514 é regulamentada pela Portaria 3.214.

Em 27 de Novembro de 1985 a Lei 7.140 – dispõe sobre a Especialização de Engenheiros e Arquitetos em Engenheiro de Segurança.

Em 17 de Março de 1985 a Portaria 05 constitui a Comissão Nacional de Representantes de Trabalhadores para Assuntos de Segurança do Trabalho.

Em 1973 a Lei 5.889 e Portaria 3.067 de 12 de Abril de 1988 aprovam as Normas Regulamentadoras Rurais relativas à Segurança do Trabalho.

Em 05 de Outubro de 1988 a Constituição do Brasil nas Disposições Transitórias Art. 10 item II, garante aos membros da CIPA a garantia do emprego.


Fonte: http://www.temseguranca.com/2009/03/historia-da-seguranca-do-trabalho.html#